December 2009
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#23 - Mano Brown
Antes: Mano Brown em 1989 - quando ainda não tinha tatuagens no corpo Depois: Mano Brown… …também teve infância pobre. Via Rolling Stone
Dec 10th
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#22 - Produtos Visconti
Visconti era mais barato que Bauducco, então quando chegava no Natal, minha mãe comprava tudo Visconti. Mas o drama não ficava concentrado só no Natal, tinha Ovo de Páscoa, Colomba… Eu até acredito que hoje nem deva ser tão ruim. Mas eu não compro. É um trauma, não posso nem ver.
Dec 2nd
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October 2009
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#21 - Piscina de 1000 litros
Depois de anos morando no mesmo prédio, a minha amiga Bia descobriu que rola uma área comum imensa no último andar do prédio. A segunda idéia natural - seguida de churrasco! - foi de comprar uma piscina de 1000 litros para curtir o calor divertidamente. Bastou dar um google em “piscina de 1000 litros” (a princípio para ver os preços) para refrescarmos a memória para o...
Oct 6th
August 2009
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MercadoLivre: Pense Bem - Tec Toy - R$ 22.00 →
Nunca é tarde demais! haha
Aug 14th
#20 - Pense Bem
Hoje eu tive que fazer um teste em um processo de trainee. No teste tinham algumas questões de lógica, qual número completa a sequência e essas coisas que deveriam ser lógicas. Eu nunca tive facilidade com matemática. Acho que no colegial eu consegui a proeza de ficar de recuperação de numerinhos por três anos consecutivos. Acho que seria um pouco menos difícil se as minhas recordações da...
Aug 14th
Aug 13th
#19 - Tupperware Copo
Pais que compraram Tupperware copo para suas crianças, nunca tiveram o desprazer de usá-lo. O Tupperware Copo se parece com uma idéia boa. Você é capaz de reaproveitar o suco natural, tang ou qualquer que seja a bebidinha do almoço, no lanchinho da criança. O único problema é que não funciona. Acho que a melhor idéia depois de comprar Tupperware Copo, era armazenar refrigerante nele. Mamãe me...
Aug 7th
#18 - Meu primeiro "Walkman"
Como toda criança brasileira, eu fiquei atordoando os meus pais um tempão pelo “Meu Primeiro Gradiente”. Mas em um dos Natais a família se presenteou com um daqueles rádios grandes 3x1 - da gradiente inclusive - e não tinha mais nem chance de retomar o meu radinho na pauta de presentes. Alguns anos depois, final dos anos 90, terceira para quarta série, eu (pelo menos falava que) não...
Aug 5th
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#17 - O "Meu Primeiro Gradiente"
Apesar de todo desdém da Ligia com seu duplo deck CCE, um dos brinquedos que eu mais desejei durante minha infância pobre foi o “Meu Primeiro Gradiente”. Eu adorava cantar e imaginava que com o “Meu Primeiro Gradiente” eu poderia gravar minha primeira demo, entregá-la na sequência para um importante produtor e seria só o início uma carreira de muito sucesso. Só o...
Aug 5th
#16 - Alôr? 2
Linha de Economia? Plano Controle? Na minha infância pobre o jeito mais eficaz de economizar nas contas de telefone era usar um cadeado direto no baquelite. Para quem não lembra, a maioria dos telefones era de rosca, com esse tipo de cadeado ficava impossível girar o disco e, por consequência, discar os números. Papinho telefônico só se alguém ligasse, ou se mamãe e papai considerassem...
Aug 5th
#15 - Pipocas
Pipoca do pacotinho rosa é uma doce lembrança da infância pobre. Mas virou um negócio tão popularizado que teve muito filho de burguês que experimentou em alguma circunstância com olhar de reprovação da mãe. Mas pipoca salgada da Brasileiro só comeu quem teve infância pobre. Era estilo essas pipocas doces, que nem tem cara de pipoca, só que salgada. Não se achava em qualquer lugar, apenas nas...
Aug 4th
#14 - Alôr?
Houve um tempo em que a expressão “disque o número de telefone” fazia sentido, queridos. Meu amigo Nix me fez lembrar disso. E de mais uma história de pobreza da minha infância. Naquela época era difícil ter uma linha telefônica em casa. Tinha que ser sorteado, a assinatura era caríssima, um drama. Mas, ao mesmo tempo, era o fim do mundo morar em uma casa sem telefone, né? Ainda...
Aug 4th
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#13 - Sanduíche de patê
A Festinha dos Doces e Salgados é um clássico da infância pobre. Afinal, gente rica de verdade esbanja com tudo de bom e do melhor, não fica nessa miséria de dividir gastos e delegar entre os amigos. Normalmente o esquema é doce para as meninas, salgado para os meninos e indecisos se engarregam do refrigerante. Nos anos 90, era mais barato trazer refrigerante. Mas sempre tinha um pobre que se...
Aug 3rd
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#12 - Baby da Família Dinossauro
Outro trauma de infância pobre foi nunca ter tido um Baby da Família Dinoussauro. A verdade é que eu estava meio velha pra isso… Mas Família Dinossauro e essas idéias de jogar a sogra no precipício, entre outras coisas meio sinistras, são responsáveis por partes muito importantes do meu caráter. haha Ele era horrível e falava “não é a mamãe!”. Uma amiga minha não passou...
Aug 3rd
#11 - A "Casa da Barbie"
Quando eu crescesse e fosse rica, eu já sabia como seria a minha casa. Era só pegar o projeto da casa da Barbie e construir em tamanho real! A única coisa ruim seria ter que usar a escada externa toda vez que eu precisasse ir para o piso térreo… Mas a casa da Barbie era cara o suficiente para eu, que nem tinha muita noção de dinheiro, saber que não era para o meu bico. Eu e a minha irmã...
Aug 3rd
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#10 - Maleta de Madeira
O sonho da Casa da Barbie própria ficou por muito tempo nos corações das meninas da minha família. Em um dos nossos aniversários, papai apareceu com dois pacotes. Eram maletas que abertas se transformavam em um quarto com uma penteadeira. Procurei nas internets e eram parecidas com estas, mas sem o armário. Na infância pobre quem não tem Casa da Barbie Mattel®, brinca com maleta de madeira....
Aug 2nd
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Aug 2nd
#9 - A Festa Junina
Daí naquele colégio de playboys ia acontecer uma grande festa junina, para reunir as famílias, etc e tal. Os casais para dançar quadrilha foram se formando: O filho da dona da escola, com a filha da professora A menina que ia todas as férias para Disney, com o menino que tinha casa de praia em Fernando de Noronha O filho do Abilio Diniz com a filha da Eliana Tranchesi (brinks, mas era tipo...
Aug 2nd
Aug 1st
#8 - O colégio de playboys
Bom, até a terceira série do então primeiro grau eu estudei em escolas particulares. Na segunda e terceira séries eu estudei numa escola SUPER de playboys nos Jardins, em SP. Meu pai e minha mãe trabalhavam fora o dia todo, então quem “me arrumava” pra ir pra escola era eu mesma, com todo o bom gosto e destreza de uma criança de 8 anos. Veja bem, que eu gostava de ir pra escola de...
Aug 1st
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#7 - Roupas de Barbie
Se a Lígia tinha Marbies, a minha coleção era mista. Tinha Barbies, Marbies e uma Xuxa. Mas eram aquelas com as roupinhas mais fuleiras, tubinhos estampados de alcinha, essas coisas. Tem muita menininha que encontrou a vocação para moda fazendo vestidos para as Barbies. Mas infância pobre é usar como matéria prima para haute couture de boneca meias furadas e cadarços. As minhas Barbies se...
Aug 1st
Aug 1st
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#6 - O "Lego"
Lego é tão legal, né? Po, baldões de Lego, kits para construir o mundo de Lego, casinhas de Lego, bichinhos de Lego, capas de disco de Lego… Eu nunca tive Lego. Nunca. Além de meio pobretões, meus pais eram meio hippies e meio construtivistas e meio comunistas (não, comunistas não). Mas eles achavam que marcas não eram importantes (concordo) e que sempre há um genérico para substituir...
Aug 1st
Aug 1st
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#5 - A lancheira
Lá em casa éramos 3 irmãos em idade escolar. E era época de inflação galopante, né? Anos 80, coisa e tal. Então tudo que meus pais podiam comprar no atacado, eles compravam. Sabonete, xampu, CREME RINSE, caderno, lápis, etc e tal. Aí num ano eles descobriram que dava pra comprar lancheira no atacado. Sabe como é criança, quebra uma lancheira por semana. Eles comparam um pacote com sei lá, 50...
Aug 1st
July 2009
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#4 - A escola pública
Eu fui para a escola pública em 1992. Quarta série do então primeiro grau. Meus pais não tinham mais dinheiro para a escola particular, e a escola pública era perto de casa, viver um pouco da realidade das ruas não ia fazer muito mal. Primeiro dia de aula. Toca o sinal que indicava o fim do recreio. Eu, pobre e inocente menina, peguei minha lancheira e fui para a sala de aula. Na lousa,...
Jul 31st
Jul 31st
#3 - a Marbie
Depois do governo Collor, as crianças nem sabem mais direito que existe um país chamado Paraguai. Mas nos anos 80, o Paraguai era um popular destino de férias para as famílias remediadas brasileiras. Certa vez fomos para lá. Mamãe comprou uma sacola de ráfia colorida, papai alugou uma Marajó. Atravessamos a fronteira. Papai e mamãe gastaram suas economia em estojos com mil compartimentos,...
Jul 31st
Jul 31st
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#2 - O presente de Natal
Era Natal. A família era aquela coisa REMEDIADA. O dinheiro não sobrava, e de quando em vez dava pra comprar um presentinho mais bacana. Daí chegou o grande dia. Vintequatro de dezembro. Papai Noel já tinha deixado de existir, mas naquela noite ele se materializou em forma de um computador 386. Para o irmão mais velho. E na forma de um minibuggy DE VERDADE. Para a irmã mais nova. Eu, a irmã...
Jul 31st
Jul 31st
Jul 30th
#1 - Salgadinhos Fofura
Meio murchos, com sabor de queijo minas e cheiro de je ne sais quoi, o Fofura era a alternativa aos saborosos e perfumados Elma Chips. Mamãe ia no MAKRO e comprava caixas e caixas de Fofura. Quem chama Elma Chips de Isopor não conhece essa GRIFE de salgadinhos. Eu comi muito isso na minha vida. Hoje não mais. Me lembra minha infância pobre.
Jul 30th